Brasília - O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou um total de seis resoluções, em reunião extraordinária realizada na segunda-feira (21) para viabilizar o Plano Safra 2021/2022. O plano que dará aos produtores rurais do País R$ 251,22 bilhões, foi apresentado em cerimônia no Palácio do Planalto, nesta terça-feira (22).
Um das resoluções faz ajustes nas normas gerais do crédito rural a serem aplicadas a partir de 1º de julho de 2021, data de início da nova safra. Em outra resolução aprovada pelo CMN foram definidos os encargos financeiros e limites de crédito para as linhas de crédito e os programas do crédito rural.
O CMN também aprovou resolução que ajusta normas a serem aplicadas às operações de crédito rural contratadas no âmbito do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e do Fundo de Terras e da Reforma Agrária Mais.
Segundo anunciou o governo, dos recursos destinados ao custeio, R$ 21,74 bilhões irão para o Pronaf.
Outro ato aprovado ajusta as regras do Programa de Garantia à Atividade Agropecuária atinentes ao conceito de empreendimento, ao enquadramento da operação de crédito rural no programa, à devolução do adicional e à comprovação de perdas em caso de solicitação de cobertura.
MINISTRA
O presidente Bolsonaro que esteve presente no lançamento do plano, agradeceu à bancada ruralista pela indicação da ministra da Agricultura, Teresa Cristina, a quem responsabilizou pela boa relação comercial com países árabes. "Vale por dez ministros", elogiou.
Agradeceu à presença do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL) e garantiu que tem boa relação com o parlamento. "Não são três poderes, são dois, Arthur. É o Judiciário e nós de cá. Nós Executivo e Legislativo formamos um casal", disse.