A Comissão de Ética da Confederação Brasileira de Futebol pediu punição de 15 meses de afastamento para o presidente da entidade, Rogério Caboclo, acusado por uma funcionária de ter praticado assédios moral e sexual. Diferentemente do teor da denúncia, a comissão considerou que o cartola apresentou apenas "conduta inapropriada". Agora, o parecer será apreciado pelos presidentes das 27 federações estaduais em Assembleia Geral, que poderá acatá-lo ou não. A acusação contra Rogério Caboclo foi protocolada em junho e, desde então, ele está afastado do cargo. Caso o pedido de suspensão por 15 meses seja aceito pela Assembleia, a punição terá caráter retroativo e irá considerar os três meses de afastamento já cumpridos.