Em junho deste ano, Rogério Caboclo foi afastado da presidência da CBF por 30 dias, por acusação de assédio sexual e moral contra funcionária da instituição. Na sexta-feira (3), ele fez acordo com o Ministério Público do Rio de Janeiro para arquivamento do processo. O instrumento jurídico usado se chama "transação penal". Pelo acordo, Caboclo vai pagar R$ 100 mil a organização que atua no combate à violência contra a mulher, além de outra especializada em cuidados a animais abandonados.
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