Tribuna do Leitor

O cinema a caminho do fim

José Luiz F Souza
| Tempo de leitura: 1 min

Na última quinta-feira (26/08) entrou em cartaz o filme "Infiltrado" com o ator Jason Stathan no Cinépolis diariamente em três sessões dubladas e apenas uma legendada e no Multiplex três sessões também dubladas.

Minha intenção era ir na quinta-feira (02/09) as 21h50 único horário legendado no Cinépolis. Como toda quinta-feira é dia de lançamentos houve alterações nos horários e retiraram a única sessão legendada.

Tanto o Cinépolis quanto o Multiplex deixaram o filme "Infiltrado" em quatro sessões, todos dublados. Para se ter uma idéia, hoje (02/09) tem 10 filmes em cartaz nos dois cinemas. São 55 sessões diárias dubladas e apenas 2 legendadas. É ou não é para acabar. A Alameda ainda não voltou e tenho dúvidas se voltará.

Jamais vou sair do conforto do meu apto para ir ao cinema assistir um filme dublado, porque não tenho preguiça de ler. Prefiro ficar e assistir os ótimos filmes e as ótimas séries espanholas legendadas na Netflix.

Você que é cinéfilo já se imaginou assistindo um filme dublado com o Tom Hanks, Morgan Freeman, De Niro, Al Pacino, Sylvester Stallone, Denzel Washington, Meryl Streep e tantos outros. Dá calafrio e cefaleia só de pensar.

O filme legendado além de nos contemplar com as vozes reais e autenticas dos atores e das atrizes nos ajudam a aprimorar a leitura, como também aprender a pronuncia de outro idioma.

Enquanto o dublado... Gostaria de saber quem foi o gênio que teve essa brilhante ideia em limitar o número de sessões legendadas.

 

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