A China entrou em processo de redução do ritmo de crescimento e o mercado considera a possibilidade de quebra da construtora Evergrande, que acumula dívida de US$ 300 bilhões de dólares e tem peso enorme na economia chinesa e, por consequência, na economia mundial. O temor é que a gigante imobiliária seja o próximo Lehman Brothers, banco americano que quebrou em 2008 e desencadeou uma das maiores crises econômicas da história.
"No Brasil, poderemos ter uma perspectiva de redução de exportações para o fim deste e do próximo ano. E isso pode trazer também um efeito em termos de câmbio e, por consequência, o câmbio impactar na inflação", alerta o economista Heron do Carmo. Vale destacar que a China é o principal importador de produtos brasileiros e também das mercadorias produzidas em Bauru.