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Apoio em casa


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Com o apoio de seu torcedor na Neo Química Arena depois de um ano e sete meses, o Corinthians busca ampliar contra o Bahia, nesta terça-feira (5), às 21h30, a série invicta de nove jogos no Campeonato Brasileiro. A equipe alvinegra será apoiada por até 15 mil corintianos, que foram liberados para ver o primeiro jogo com público na cidade de São Paulo desde março de 2020.

"Expectativa grande de poder ter nosso torcedor ao nosso lado novamente. A gente espera fazer um grande jogo com o 12º jogador nos apoiando, isso vai ajudar muito nos jogos. Às vezes encontramos momentos de dificuldades, e tendo o torcedor nos incentivando e apoiando, ajuda muito. Espero que possa ser um dia especial com a volta deles, e que a gente possa dar de presente essa vitória", disse o meia Willian.

O último jogo do Corinthians com público em Itaquera ocorreu em 26 de fevereiro do ano passado, quando 17.401 mil pessoas assistiram ao empate em 1 a 1 com o Santo André, pelo Campeonato Paulisto. De lá para cá, foram 47 partidas com portões fechados na Neo Química Arena, com 19 vitórias corintianas, 16 empates e 12 derrotas.

O time de Sylvinho vive boa fase e não perdeu desde que o quarteto de reforços - Giuliano, Renato Augusto, Willian e Róger Guedes - foi colocado em campo, alcançando a sua melhor sequência no torneio em mais de dois anos. Nesse período, são cinco vitórias e quatro empates. A equipe soma 34 pontos, na sexta posição.

O volante Gabriel está à disposição após cumprir suspensão, mas não deve retomar a vaga entre os titulares. Na sua ausência, Cantillo aproveitou as oportunidades e deve continuar no time. 

BAHIA

Primeiro time que integra a zona de rebaixamento, com 23 pontos, e sem ganhar há três partidas, o Bahia quer a vitória para sair do grupo dos quatro piores e encerrar um jejum na Neo Química Arena. Os baianos nunca venceram o rival em Itaquera. São cinco derrotas e um empate até o momento.

Mas o time tem desfalques, com jogadores no departamento médico. Assim, o zagueiro Conti e os atacantes Rossi e Marcelo Cirino ficaram em Salvador tratando lesões. A boa notícia é que a diretoria pagou os salários de agosto que estavam atrasados e estipulou um prazo para quitar o mês de setembro. Desta forma, os jogadores, que estavam em "greve de silêncio" voltaram a falar com a imprensa.

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