No valor dos veículos brasileiros, cerca de 50% são de impostos depois, anualmente, o IPVA com valor proporcional ao valor do automóvel (quando deveria ser um valor simbólico e limitado a, no máximo, 2 ou 3 mil reais).
Para completar o ICMS sobre o combustível, que deveria ser de centavos, pesa muito no bolso do proprietário. O seguro também não é barato e, eventualmente, a manutenção. Assim, possuir um carro é quase adotar outra família.
Pior é a contrapartida da pesada carga tributária: pedágios ou defeitos na pista e rodovias ou cidades mal planejadas, mas ninguém reduz a tunga que são os extorsivos impostos obrigatórios.