O ministro das Comunicações, Fabio Faria, leia-se o sobrenome "farinha", por ser do mesmo saco do resto da trupe presidencial, disse como desculpa para a privatização dos Correios, proposta pelo governo, que seria porque os Correios acabarão por ficar apenas com os "ossos" no mercado, caso não seja privatizado. Argumento sem nenhum tipo de sustentação crível, mesmo porque o povo brasileiro é que tem ficado com esses "ossos".
Proposta vergonhosa, já que foi promessa de campanha de Jair Bolsonaro (ainda assim tivemos muitos e muitos votos dentro de casa, aqueles que pagaram para ver) essa "privataria".
No lugar disso, é lógico que deveria ter-se proposto e feito investimento, e mudanças para aquela que já foi (e ainda tem muito disso) uma das maiores e mais confiáveis das instituições brasileiras. Além de "entrega" da empresa, fica mais uma vez bem claro que o povo terá muito também a perder. Tendo visto, que os exploradores que vierem só se interessam pelo "filé mignon" desse mercado. Ou seja, os estados melhores do sul e sudeste do pais, e o resto, bem o resto, que sempre é a maioria neste país tropical, ficarão com as sobras, os ossos.
Ainda em suas falas, disse o ministro que o governo depois da privatização garantirá para o povo (acredite quem quiser) serviços para quem não pude pagar, de graça!
...Então o homem, depois de horas na fila do caminhão que distribuía ossos ao povo, gritou enfurecido: - escutem todos, também só de raiva, quando eu receber o meu "Auxílio Brasil" vou gastar todo ele no supermercado, em pé de frango. vocês vão ver só uma coisa...
Foi aplaudidíssimo pela multidão de famintos, que já lambia os beiços, todos em fila indiana!