Internacional

Afegãs são proibidas de trabalhar


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A Human Rights Watch divulgou comunicado na última semana em que acusa os talibãs de proibirem as afegãs de trabalharem com ajuda humanitária no país, o que estaria contribuindo para o agravamento da crise humanitária. Segundo a ONG internacional, mapeamento mostrou que mulheres só têm sido permitidas em agências humanitárias de três das 43 províncias do país.

Trabalhadoras humanitárias estariam enfrentando restrições como a exigência de que um homem da família as acompanhem no trabalho, detalhou a HRW.

Desde o retorno do grupo fundamentalista, muitas afegãs se sentem com medo de trabalhar na ajuda humanitária e sofrerem retaliação dos talibãs. Elas só conseguem desenvolver a atividade se receberem um acordo por escrito das autoridades locais, o que, em tese, as mantém mais seguras.

Estudo divulgado em setembro pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) calculou que até 97% da população afegã pode estar abaixo da linha da pobreza em 2022, a menos que uma resposta às crises política e econômica seja estruturada com urgência.

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