O que estamos vendo, sentindo, lendo há muito tempo na mídia em geral e uma deterioração do tecido econômico, social, sobretudo político, muito grande, pressentindo, e com medo, aliás, muito medo, isso independe de bola de cristal, horóscopo, comentários políticos, videntes, que no ano que vem - 2022 - vamos ter um processo eleitoral muito violento, nunca visto na História do Brasil.
Não vamos nos esquecer que o JB só existe por causa das fake news e a violência, é claro, com os engravatados da classe média. A classe rica já está há muito tempo nas Ilhas Virgens.
Se analisarmos o massacre de Varginha; uma mulher com um filho no colo e outro do lado torturada por 2 policiais, em Itabira; pobre revirando lixo nas ruas, deputados recebendo 15 milhões do governo para votar na PEC dos Precatórios; a divisão social do clima no estande brasileiro na Escócia, de um lado Ongs, instituições climáticas, pesquisadores, professores e do outro lado os engravatados do governo, deputados, senadores, secretários, ministros de estado, que não sabem nem onde fica Glasgow ou Dublin... E estão representando o Brasil: com o senador Aziz, no último sábado, dizendo "Bolsonaro abre a boca para jogar fezes", respondendo ao JB, que havia dito em Ponta Grossa, Paraná, sobre Aziz: "Aquele cara de capivara me chamou de motoqueiro". Percebam o nível das contendas que estamos vivendo.
No mesmo sábado, a ministra Rosa Weber abre guerra contra Lira e pede explicação sobre a PEC dos Precatótios. Lira, um péssimo presidente do Câma Federal, um péssimo político, com ações graves no STF, ficou furioso com Rosa Webber e disse: "Quem ela pensa que é?".
Como terminar essa carta?
A lista é muito grande, não vai ter espaço e nem sei se vai ser publicada. Lembrei de uma frase famosa - "Jornalismo é publicar aquilo que alguém não quer, o resto é publicidade". A frase é do magnata William Randolph Hearst... Embora não possa ser encarada como verdade absoluta, o jornalismo investigativo é o meu favorito.