Será que a finitude desse corpo terrestre poderia nos levar para outros mundos? A eternidade de nosso núcleo espiritual nos faria reviver momentos históricos em mundos paralelos? O perigo em repetir os erros do passado, os arquivos de nossa breve história terrena, podem ser mal interpretados num futuro longínquo?
Talvez tenhamos que repetir incansavelmente nossas vidas, experiências e, quem sabe, aprender com o sofrimento? Talvez experimentar alegrias e tristezas inúmeras vezes, com objetivo de evoluir? A eternidade universal, entre nascimento e a morte, entre vidas em várias moradas e diferentes espécies.
Pode ser que, em outros mundos, haja humanoides, assim como nós, errando, acertando, vivendo, renascendo e morrendo, num ciclo vicioso desse universo sem fim! Será que essa longevidade de nosso planeta, que existe há mais de 4 bilhões de anos, aperfeiçoou-se para ser apenas um mero núcleo espiritual?
Um planeta habitado por seres que, em uma fração de segundos, consegue destruir por completo em um apertar de botão! Que espécie destruidora nos tornamos! Na teologia, regredimos, éramos seres divinos, caímos do paraíso, será que a queda nos transformou? Ou já seríamos bestiais? Para Darwin (1809 - 1882), seria uma evolução, dos símios aos homens, com intelecto privilegiado, seres racionais, que evoluíram na seleção natural, somente os que melhor se adaptam podem sobreviver.
Tantas perguntas! Poucas respostas!
Precisamos urgentemente consertar nossa bússola, buscar a direção correta que poderá nos levar ao verdadeiro lar. Um lugar onde não existe fome, dor ou sofrimento. Um lugar onde todos seremos iguais, sem nenhuma distinção.
Um lugar onde nossa evolução ou essência divina possa ressurgir, renascer.
Quem sabe, em outros mundos, em outros planetas, ou em outras moradas existentes na eternidade universal!
A autora é colaboradora de Opinião.