Economia & Negócios

Gás veicular bate recorde histórico neste novembro

Estadão Conteúdo
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Rio de Janeiro - O gás natural veicular (GNV) bateu recorde histórico neste mês de novembro, sendo vendido a R$ 4,256 o metro cúbico, 39% acima da média histórica (em valores reais), de R$ 3,06. Em outubro, a gasolina, o diesel e o gás de cozinha já tinham atingido o seu maior valor desde 2001.

Os dados são do Monitor dos Preços do Observatório Social da Petrobras (OSP) e mostram que o GNV começou a bater recordes em termos reais no mês de maio deste ano, a partir do aumento de 39% promovido pela Petrobras, chegando ao custo de R$ 4,02. A escalada foi interrompida em outubro, porque a inflação ultrapassou o aumento nominal.

A associação que representa as distribuidoras de gás natural canalizado, Abegás, anunciou que a Petrobras fez ofertas com alta de até 200% no preço do insumo para novos contratos no ano que vem, o que pode elevar ainda mais o combustível utilizado principalmente por motoristas de táxi e de aplicativos.

Mesmo com o preço elevado, o gás natural veicular ainda é o combustível mais barato do mercado, segundo a OSP.

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