Brasília - O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, negou pedido liminar para relaxar a prisão preventiva de Monique Medeiros da Costa e Silva, acusada, junto do vereador cassado Jairo Souza Santos Júnior, o Dr. Jairinho, pelo homicídio do menino filho Henry Borel, de seis anos.
Os advogados de Monique acionaram a corte máxima alegando que o 2º Tribunal do Júri do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro teria descumprido determinação do Supremo em relação às audiências de custódia, ao não realizar nova audiência depois da conversão da prisão temporária em preventiva.
Monique foi presa temporariamente em 7 de abril, e a audiência de custódia foi realizada no dia seguinte. Em 6 de maio, a medida foi convertida em prisão preventiva e, segundo a defesa, não houve nova audiência.