Esportes

Argentina x Itália será em 1 de junho, em Wembley


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Dois meses após anunciarem um confronto entre os campeões da Copa América e da Eurocopa, ambos torneios disputados neste ano, a Conmebol e a Uefa divulgaram, nesta quarta-feira (15), a data e o local do confronto. Argentina e Itália vão se enfrentar no dia 1 de junho de 2022, no Estádio de Wembley, em Londres, na Inglaterra.

A Argentina ganhou a Copa América, em decisão com o Brasil, enquanto a Itália desbancou a Inglaterra no mesmo Estádio de Wembley na final da Eurocopa. Agora se enfrentam em um tão sonhado duelo América do Sul x Europa. Será o primeiro de três embates acordados pelas entidades. Eles serão realizados sempre depois de se disputarem a maior competição de seleções em cada continente, de quatro em quatro anos.

"Estamos muito satisfeitos com os frutos que colhemos juntamente com a Uefa na relação entre as nossas instituições. Ao assinar esta renovação e expansão do nosso memorando de entendimento, estamos lançando as bases para que essa cooperação contínua cresça e se desenvolva ainda mais", disse Alejandro Domínguez, presidente da Conmebol.

"Outros eventos esportivos de alto nível serão acrescentados à própria final entre Argentina e Itália no dia 1 de junho, em Londres, conforme a tradição do futebol sul-americano e europeu. A abertura de nosso escritório conjunto (na Inglaterra) nos permitirá enfrentar com agilidade e vigor novos projetos em benefício de milhões de torcedores em nossos continentes e no mundo", acrescentou.

A ideia é também reunir o campeão da Libertadores com o ganhador da Liga dos Campeões, como costuma ocorrer no Mundial de Clubes, mas desta vez sem as equipes passarem por uma semifinal com vencedores de outros continentes, no modelo de Mundial de Clubes que existia anteriormente.

"Estamos muito satisfeitos por desenvolver nosso excelente relacionamento com a Conmebol e nosso forte desejo de agirmos juntos para o desenvolvimento do futebol e seus benefícios para a sociedade está refletido neste novo memorando de entendimento", endossou Aleksander Ceferin, presidente da Uefa.

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