O Palmeiras vai usar os R$ 12 milhões de bonificação que recebeu da Crefisa pelo título da Libertadores para abater parte da dívida com a própria patrocinadora. A conta gira em torno de R$ 130 milhões. O clube é presidido por Leila Pereira, que também é dona das empresas que patrocinam a agremiação, mas, segundo a diretoria, essa decisão foi tomada pela gestão anterior, de Maurício Galiotte.
"Em minha gestão caso ocorra qualquer situação envolvendo os patrocinadores Crefisa e FAM o assunto será submetido ao COF ou ao Conselho Deliberativo do Palmeiras. O que estes conselhos decidirem será aplicado", assegura a presidente Leila Pereira. O Palmeiras já vinha usando a bonificação da Crefisa em títulos anteriores para amortizar a dívida com a patrocinadora.
Com esse bônus e as parcelas que o Palmeiras vai receber pelas transferências do atacante Carlos Eduardo ao Athletico e do volante Bruno Henrique ao Al-Ittihad, da Arábia Saudita, o débito com a patrocinadora deve cair para R$ 110 milhões neste fim de 2021.
No início de 2022, a previsão, segundo os cálculos do Palmeiras, é de que a dívida esteja abaixo de R$ 100 milhões. Isso porque o clube também vai receber em breve parte dos R$ 20 milhões referentes à venda de 50% dos direitos econômicos de Borja ao Junior Barranquilla.