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Brasil será independente na produção de vacina em 2022

Agência Brasil
| Tempo de leitura: 2 min

A partir de 2022, o Brasil será independente na produção de vacinas para a Covid-19 e estará preparado para futuras pandemias, disse o ministro de Ciência, Tecnologia e Inovações, Marcos Pontes. "Se o planeta não quiser vender vacina para o Brasil, o Brasil vai vender vacina para o planeta", disse o ministro durante entrevista ao programa A Voz do Brasil que vai ar na noite desta sexta-feira (31).

Pontes disse que o ministério investiu em 15 tipos de tecnologias de vacinas.

"[Essa estrutura] vai servir para outras pandemias que nós teremos, sem dúvida nenhuma. Vai servir para doenças negligenciadas, como dengue, zika e chikungunya, e além disso nós temos a ampliação da infraestrutura de pesquisa para vírus e viroses emergentes. Chamo de programa escudo para o Brasil estar muito mais preparado para as próximas pandemias. A gente não pode passar por uma pandemia e não aprender com isso".

O ministro também citou alguns projetos da pasta para 2022, como o início de construção de um laboratório de biossegurança nível 4, que será o primeiro da América Latina; o início das operações do Instituto Nacional do Mar; a construção do Criosfera 2 na Antártica; o aumento do número de laboratórios remotos na Amazônia, com a expectativa de chegar a 50 estações; o desenvolvimento da primeira bateria de nióbio e grafeno e o aumento das tecnologias de biocombustível.

VACINADOS

O número de pessoas vacinadas com ao menos uma dose contra a Covid-19 no Brasil ultrapassou 161.212.297, o equivalente a 75,57% da população total. Entre os mais de 161 milhões de vacinados, 143,3 milhões receberam a segunda dose, o que representa 67,19% da população com a imunização completa contra o novo coronavírus.

Em termos proporcionais, Piauí é o Estado que mais vacinou sua população até aqui: 82,90% dos habitantes receberam ao menos a primeira dose. Em números absolutos, o maior número de vacinados com a primeira dose está em São Paulo (38,2 milhões).

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