Tribuna do Leitor

O jogo das próximas eleições

Darcy Furlan Bueno
| Tempo de leitura: 1 min

Conta a história que há muitos anos, num país longínquo, ao implantar o jogo de basquetebol, o jogo acabou em zero a zero. Ao verificar os procedimentos das regras do jogo, descobriram que o aro dos cestos era menor que a bola.

Consoante as próximas eleições, já no início de 2022 começa a corrida para a Presidência da República do Brasil. Os candidatos que se apresentam até o momento têm seus currículos sofríveis, alimentados pela raiva, ódio e corrupção, muito longe do mínimo exigido para ocupar cadeira no Palácio do Planalto, com exceção do pretendente ilmo sr. Sérgio Moro.

A profissão de político no Brasil ainda não entendeu que: "As grandes batalhas não são travadas somente no campo político, mas na vontade física e na alma do eleitor".

Os retrospectos desastrosos e espúrios dos últimos presidentes, colocaram-nos como um produto descartável, sem identidade, alimentando-nos com descaso.

Votar errado é como entrar num mercado de peixe e depois nos acostumar ao mau cheiro, porém, o sonho e o sucesso andam lado a lado, pois nenhum homem sábio deixará de se espantar com a cegueira política brasileira atual.

A analogia do jogo de basquete e as próximas eleições são dois termos baseados em semelhanças, porém, servem para abrir os olhos e mudar o resultado desse jogo espúrio. Chega der sermos os culpados como irrelevantes com a sina de sermos um produto de nossa própria história.

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