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Vacina: Exército tem novas regras de trabalho

Estadão Conteúdo
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Brasília - O comandante-geral do Exército, general Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira, orientou os subordinados a avaliarem a volta ao regime presencial de militares e servidores já vacinados, quinze dias após terem completado a imunização. O comandante abriu uma brecha para que, em "casos omissos sobre cobertura vacinal", os militares não-vacinados sejam submetidos à apreciação do Departamento-Geral do Pessoal (DGP).

Desde o ano passado, o governo federal só exige a vacinação completa de servidores com comorbidades, mas que desejam retornar ao regime presencial. Para os demais, a instrução normativa do Executivo não cita necessidade de imunização.

O documento assinado pelo general Paulo Sérgio atualizou normas antes estabelecidas em março de 2020, no início da pandemia do novo coronavírus.

FAKE NEWS

Preocupado com fake news e desinformação na tropa, o comandante manteve, por exemplo, a expressa ordem para que militares não compartilhem em redes sociais informações falsas ou de origem desconhecida sobre a pandemia. 

"Não deverá haver difusão de mensagens em redes sociais sem confirmação da fonte e da veracidade da informação", diz o documento assinado pelo comandante-geral e já em vigor.

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