Nova York - Envolvidos com a aguda fase da crise entre a Rússia e a Ucrânia, que ameaça descambar para uma guerra no Leste Europeu, os Estados Unidos enfrentam uma segunda ameaça em uma frente que estava relativamente calma: o Indo-Pacífico.
Pequim a reagiu a manobras navais entre americanos e japoneses, que culminaram com o envio de dois grupos de porta-aviões dos EUA para o disputado mar do Sul da China, e promoveu a maior incursão aérea contra defesas de Taiwan desde outubro.
NOVA LEVA
Os incidentes ocorreram no domingo (23), e nesta segunda houve uma nova leva de ações militares chinesas sobre a Adiz (área de identificação de defesa aérea, uma espécie de espaço aéreo informal que os países usam para monitorar ameaças) de Taiwan.
No domingo, foram 39 aviões, 34 deles caças, 4 especializados em guerra eletrônica e 1 bombardeiro. Nesta manhã de segunda, foram 10 caças, 1 aeronave de guerra antissubmarino e 2 J-16D, um novo avião de ataque com defesas eletrônicas.
Os taiwaneses fizeram interceptações com seus caças.