Internacional

Com ômicron crescendo, China quer conter viagens do Ano Novo


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Pequim - Maior festival do calendário da China, conhecido por levar à migração em massa e aquecer setores econômicos, o Ano Novo chinês - ou Ano Novo Lunar - teve início nesta terça (1) em meio a um cenário ainda mais crítico em termos de crise sanitária do que o observado no país asiático no mesmo período do ano passado.

No Horóscopo chinês, o ano é regido por um animal, neste caso, um tigre, símbolo de força, coragem e superação. Normalmente este é um feriado que dura 15 dias e seria o equivalente a combinar Natal e Ano Novo, de forma estendida. Viajar, visitar lugares distantes é uma tradição não apenas na China, mas em todos os países orientais que seguem o calendário lunar. 

Somente até o fim da última semana, 260 milhões haviam viajado com esta finalidade - cifra menor que a observada antes da pandemia, mas um aumento de 46% em relação ao ano passado.

Afetada pela variante ômicron, a China assistiu à alta de casos diários de coronavírus em dezembro. As cifras começaram a cair na terceira semana de janeiro, mas voltaram a apresentar leve alta nos últimos dias. A média móvel de novos casos de Covid foi de 62 nesta segunda (31), um valor considerado baixo em países ocidentais, mas alto para os padrões chineses. Em 12 de fevereiro do ano passado, quando teve início a celebração daquele ano, a média móvel girava em torno de 10.

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