Brasília - O fim da exigência de prova de vida presencial aos aposentados e pensionistas do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) evitou que até quatro milhões de benefícios fossem suspensos, segundo o presidente José Carlos Oliveira.
São pessoas que não fizeram a comprovação de vida em 2020 e 2021 e, de acordo com uma portaria do órgão divulgada em dezembro, teriam o benefício bloqueado se não realizassem a prova de vida presencial nas agências bancárias em que recebem o benefício.
Segundo Oliveira, nenhum beneficiário do INSS precisará se preocupar com a prova de vida até o final deste ano. "No ano de 2022 não faremos porque é o tempo que precisamos para acertar todos sistemas, fazer todos os procedimentos que serão necessários para provar que o segurado está vivo", afirmou.?
"Vamos bater os dados de quem não fez ano passado com nosso sistema de óbito e, caso não tenham falecido, vamos restabelecer o pagamento".