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FIA ouve pedido de veto a russos e pode alçar piloto brasileiro ao grid da Fórmula 1


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A Federação Ucraniana de Automobilismo escreveu ao presidente da FIA (Federação Internacional de Automobilismo), Mohammed Ben Sulayem, pedindo que a entidade impeça pilotos e equipes que correm com licenças russas ou de Belarus de disputarem seus campeonatos.

Na Fórmula 1, isso atingiria Nikita Mazepin, que tem uma licença da federação russa. A situação do piloto da Haas já é complicada, uma vez que a equipe estuda a possibilidade de romper o acordo com a empresa de seu pai, a UralKali, principal patrocinadora da equipe. E o chefe da Haas, Guenther Steiner, afirmou que, caso Mazepin não corra, seu substituto imediato é o brasileiro Pietro Fittipaldi.

O pedido dos ucranianos veio depois que o próprio Sulayem escreveu à federação oferecendo "o apoio total da FIA" após a Ucrânia ser invadida pela Rússia, com o apoio da vizinha Belarus. A F1 já cancelou o GP da Rússia, que estava marcado para o final de setembro.

Steiner já avisou que a primeira opção do time seria o piloto reserva e de testes Pietro Fittipaldi. "Se Nikita não puder correr, a primeira opção é Pietro, e depois vemos o que vamos fazer", disse o italiano, dando a entender que essa pode não ser uma decisão definitiva para o restante da temporada.

Fittipaldi já correu pela Haas nos GPs de Sakhir e de Abu Dhabi de 2020, substituindo Romain Grosjean após o francês sofrer um acidente. Caso a decisão sobre Mazepin seja imediata, o brasileiro poderia voltar ao carro já para a segunda bateria dos testes de pré-temporada, entre os dias 10 e 12 de março, em Sakhir.

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