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Finanças prevê arrecadação de R$ 10,8 mi a mais com IPTU em 2022

Bruno Freitas
| Tempo de leitura: 2 min

Bauru deve arrecadar, neste ano, R$ 10,8 milhões a mais do que em 2021 com o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU). Segundo a Secretaria Municipal de Finanças, a previsão é de que, até o final de 2022, os cofres do município recebam aproximadamente R$ 131.500.000,00. No ano passado, o IPTU injetou no município R$ 120.690.862,54 e, em 2020, esse montante foi de R$ 108.623.396,65.

Titular da pasta, Everton Basílio explica que o aumento é devido ao reajuste de 10,25% da planta genérica dos valores de imóveis de Bauru, cujo projeto de lei foi enviado à Câmara pela prefeitura e aprovado pelo Legislativo em 13 de dezembro.

Cada lote ou terreno teve uma alta ou queda específica, destaca Basílio. Conforme o JC noticiou, dependendo da região, o acréscimo teve variações entre 5% e 95%. Já a diminuição, de acordo com cada caso, chegou a quase 10% do valor, como é a situação de imóveis no Centro da cidade.

O percentual do reajuste linear de 10,25% é referente à recomposição do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (IPCA).

PAGAMENTOS

Ainda segundo o secretário municipal de Finanças, o IPTU Digital recebeu 55.970 adesões, com a vantagem de pagar em taxa única com 10% de desconto até 18 de abril.

Já outros 218.992 carnês serão enviados pelos Correios. As unidades começarão a ser despachadas no dia 15 de março.

Quem optou pelo talão de papel poderá ter 5% de desconto se efetuar a quitação total até 18 de abril. Ainda é possível pagar o IPTU de uma só vez, sem juros e multa, até 16 de maio.

Com relação aos parcelamentos, valores até R$ 148,95, via carnê, podem ser quitados em quatro vezes, em abril, maio, junho e julho. Se o imposto for superior a esta quantia, o pagamento pode ser feito em nove meses, entre abril e dezembro.

DESTINAÇÃO

O secretário Everton Basílio lembra que, do total arrecadado com o IPTU, por lei, um mínimo de 25% precisa ser destinado para a Educação. Outros 15% devem ser usados na Saúde e 60% são obrigatoriamente distribuídos ao funcionamento da máquina pública, como para pagamento de salários de servidores, obras, operações tapa-buracos e gastos das demais secretarias.

 

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