Em pleno século XXI, na era da globalização, a inesperada e inimaginável guerra civil das mais sangrentas lançada pela Rússia contra a Ucrânia deixa o mundo perplexo.
Volodymyr Zelensky, presidente da Ucrânia, apela para ONU, OTAN e para os líderes governamentais dos países do mundo que intervenham para o fim do conflito lançado pelo governo russo, de Vladimir Putin. Sanções aplicadas ao governo russo frente à atrocidade atiçam mais além do necessário para retomar o país da Ucrânia, antes pertencente à URSS.
O objetivo do governo russo é para a Ucrânia permanecer no bloco deles e não aderir à OTAN e retomar os países desmembrados da URSS. Em parte, correto o objetivo russo, vez que sentido não tem a OTAN, após a Perestroika e Glasnost lançadas por Mikhail Gorbatchev, então presidente da União Soviética (1985 e 1991). Com a queda do Muro de Belin, ocorrida em novembro de 1989, em cascata veio o fim da URSS em 1991, com desmembramento dos quinze países que formavam esse bloco, dentre eles a Ucrânia, presentemente em guerra incontrolável.
Jair Bolsonaro, na última viagem realizada à Rússia, quando já se cogitava eclodir uma guerra entre essa nação e a Ucrânia, com objetivo em conseguir importação de Potássio para o Brasil, manifestou frente ao governo russo Vladimir Putin que o seu país é no sentido de objetivar pela Paz Mundial e que faz parte das Nações que visam o mesmo objetivo, dentre eles o Japão. Podemos afirmar ser um presidente "frio", sem "compaixão". Entretanto, entendo a posição manifestada como "verdadeiro amor aos seus semelhantes" que visa ele, unicamente no bem viver mundial.
Volodymyr Zelensky, presidente da Ucrânia, expõe todo seu esforço emotivo para lutar até o fim e é aplaudido em pé por todas as nações que formam o bloco capitalista. Sanções econômicas são impostas à Rússia a cada bombardeio efetuado por esta nação atingindo cidades e massacrando os civis ucranianos. Entretanto, o mundo inteiro, em especial os países pertencentes à OTAN, sabem que nada podem fazer, justamente para evitar eclosão da Terceira Guerra Mundial.
Com o crescimento da população mundial no último século, quase que despercebido, vivemos na dependência do outro, digamos, em coletividade, num mundo globalizado. Não existe mais fronteiras e nem distância que separe as nações.
Eu, particularmente, com observações acima, observo necessitarmos uso da razão sem envolver a emoção para defender a Ucrânia e o seu povo.
O Imperador do Japão Hirohito, após bombas atômicas lançadas por EUA nas cidades de Hiroshima e Nagasaki, em 15 de agosto de 1945, vendo o povo com "fome" e "sem o teto", declarou o "fim da guerra". Amor ao povo da sua nação foi determinante frente à guerra puramente civil e comercial. A sua rendição não perdeu a sua condição de "imperador", permanecendo simbólico para o Japão, que é governado por primeiro-ministro.
Vladimir Putin, presidente da Rússia afirma não desfazer da Ucrânia e nem destituir o presidente Volodymyr Zelensky. O objetivo da Rússia é para a Ucrânia não aderir à OTAN. Entendo que aderindo ou não à OTAN, sentido não teria essa condição imposta vez que com a Perestroika e Glasnost, OTAN perdeu o objeto. Resistência da Ucrânia e sanções econômicas impostas à Rússia objetivando marcar território em detrimento ao povo daquela nação está em contramão ao laço da humanidade atual sem fronteiras.
Lançar sanções econômicas com base nos pensamentos criados no mundo imaginário está em desconformidade com o mundo real objetivado e almejado pelo governo russo. Melhor captar seu exato pensamento e agirmos corretamente para combater o mal que assola o povo da Ucrânia.