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A máquina mais perfeita é também a que apresenta os piores defeitos

Nivaldo Rezende
| Tempo de leitura: 1 min

Em pleno século XXI, ainda predominam a ganância, a ignorância, a intolerância, a falsidade, a mentira, a maldade e a guerra. Guerra! Mas, a troco de quê? De mais terras, mais poderes, mais riquezas e mais domínios, é isso?

Como se já não bastasse as catástrofes naturais, ainda de que aceitar as lideranças mundiais assistindo passivamente aos bombardeios impostos covardemente e indiscriminadamente a um povo cuja pretensão é somente poder viver em paz.

Numa era de tanta tecnologia, é incompreensível haver fome, matança e destruição, incompreensível. Os grandes e poderosos ditadores são tão ignorantes a ponto de não compreenderem que são eles os predadores deste maravilhoso e abençoado planeta.

Bondade e filantropia habitam bilhões de corações, pessoas que se doam colaborando e procurando deixar o planeta mais humanizado, propagando o bem.

O que desampara a paz no mundo é a ínfima partícula do mal, um tipo de erva daninha dominante, existente na politica mundial, aliás, que sempre existiu.

Mas, na proporção em que hoje se encontra, é preocupante.

É sabido que não somos donos de nada, somos apenas simples mortais e que, por empréstimo, aqui habitamos.

Em dado momento, minuto ou mesmo em fração de segundo, o criador pode nos requisitar.

Aí... pode ser tarde, por que após essa chamada, imediatamente partiremos e nas mesmas condições de quando aqui chegamos, ou seja: nada nos bolsos e nada nas mãos.

Combater o mal não é fácil, até porque para cada partícula de mal o antidoto é pelo menos dez doses do bem!

Nosso mundo, nossa casa! Cuidemos!

O autor é colaborador de Opinião

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