Botucatu - O Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Botucatu (HCFMB) realizou captação de pulmão, um dos órgãos mais sensíveis. O procedimento, raro e de altíssima complexidade, ocorreu em março, mas só foi divulgado nesta semana. O transplante do órgão ocorreu em São José do Rio Preto.
A Organização de Procura de Órgãos (OPO) do HC viabilizou o processo depois que a família do doador, de 50 anos, oficializou a autorização. Além do pulmão, foram captados fígado, rins e córneas, órgãos que ajudaram a salvar seis vidas na fila de transplante. Por ser um dos primeiros órgãos a se deteriorar após a morte encefálica, o tempo entre a captação e o transplante do pulmão deve ser de, no máximo, seis horas. Para ser doadora, a pessoa deve manifestar seu desejo à família e pessoas próximas.