São Paulo - Representantes da indústria farmacêutica afirmam que o risco de desabastecimento, que já ameaça a dipirona injetável para tratamento hospitalar, pode se espalhar sobre outros medicamentos.
O setor tem dito que a causa da escassez do analgésico está ligada à disparada dos custos de produção, que chegaram a um patamar capaz de desestimular a indústria, além do peso do câmbio sobre o insumo importado.
Eles defendem uma revisão na política de preços, hoje regulados pela CMED (Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos), que impõe teto ao valor dos produtos. Relatos de escassez de outros medicamentos em hospitais, como estimulantes musculares e anti-inflamatórios, contribuem para o aumento da pressão sobre os preços.
POUPANÇA
As retiradas em cadernetas de poupança superaram os depósitos em R$ 15,4 bilhões no mês de março, segundo dados divulgados pelo Banco Central nesta segunda-feira (25), o maior volume de resgate para o mês de março na série histórica do BC, iniciada em janeiro de 1995. Já é o terceiro mês consecutivo com captação negativa em 2022.