Ao contrário de andar em uma esteira, a dança exige esforço mental para dominar novos passos e requer coordenação com um parceiro e a música. Mas o médico Joe Verghese lembra que seu estudo foi a partir de observações, e não se tratou de ensaio clínico. "Não prova causa e efeito. Não podemos dizer que a dança preveniu a demência. Só podemos dizer que foi associada a um risco reduzido de desenvolver demência."
Com 15 anos de experiência ensinando pessoas acima dos 50 e hoje lecionando na Universidade de Georgetown, a dançarina Deborah Riley disse, em entrevista ao "New York Times", que a atividade pode ser crucial para os idosos combaterem a fragilidade física e a perda de memória.