A máquina pública é assaz onerosa e ineficiente, cheia de penduricalhos/mordomias que carecem de extinção. É preciso reduzir o tamanho da área pública para sobrar, investir, principalmente em educação.
Enquanto a dívida brasileira, hoje em torno de 90% do Produto Interno Bruto (PIB), não atingir 30% do PIB, devemos proibir a contratação de novos funcionários e aumento salarial, exceto na área de educação.
Na educação, exceção, mãe de todas as profissões, devemos valorizar os mestres decentemente, com melhores salários e educandários ideais - sem qualquer reajuste para as demais classes.
Será a forma reduzir a dívida pública e prestigiar quem, de fato, carece e merece valorização.
O autor é colaborador de Opinião.