A nossa cidade, como todas as outras cidades de médio para grande porte, cresceram em demasia, sem estarem milimetricamente preparadas e o resultado é um salve-se quem puder. O bauruense clássico não existe mais, sendo aquele que andava pela Rua Batista de Carvalho de terno e gravata, até meados dos anos 60.
Tinha compostura, classe, boas maneiras, e as duas principais: educaçao e respeito ao próximo.
No trânsito quase ninguém respeita as regras, ou melhor, as leis de trânsito. O sinal amarelo nem existe mais de tão rápido que ele se apresenta.
Na calçada, pior ainda, um quer tirar vantagem sobre o 'outro' sempre para chegar primeiro ou se posicionar com segurança junto às paredes. Nas filas de qualquer natureza, furam-nas com a maior cara de pau.
Onde é que vamos parar deste jeito?