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Nova diretoria faz várias reformulações para ampliar número de membros da Associação de Cabos e Soldados

Guilherme Tavares
| Tempo de leitura: 2 min

A fim de ampliar o número de membros, a diretoria da Associação de Cabos e Soldados da Polícia Militar do Estado de São Paulo (ACB) tem apostado em uma série de reformulações em alguns dos seus principais departamentos. As propostas foram apresentadas em Bauru, durante reunião com cerca de 200 associados, recentemente. Entre as medidas estão novos métodos de trabalho do departamento jurídico e também uma ampliação na oferta de serviços sociais e de saúde para os policiais militares, sejam da ativa, pensionistas ou veteranos.

Após o encontro, o presidente da ACB, Milton Vieira, visitou o JC juntamente com Halex José Quirino, presidente da regional Bauru; Irineu Félix Ferreira, secretário da regional Bauru; e Roberto Ferreira, sócio convocado. "Foi uma apresentação oficial. É nossa primeira vez. Viemos aqui depois de assumirmos o mandato", define o presidente. Em março, a nova diretoria foi empossada para o quadriênio 2022-2026.

"Hoje nós temos 51 mil associados, no financeiro ficamos empatados. Para termos um melhor equilíbrio econômico, trazer mais benefícios para os policiais, precisaríamos de 65 mil sócios", afirma Vieira. Para tanto, ele considera fundamental oferecer, por exemplo, mais serviços de saúde. "Inauguramos um complexo médico na Capital com sete especialidades. O plano é estender esse serviço a diversas unidades do interior também". A ACB possui 20 regionais pelo Estado.

Na mesma esteira, Vieira também destaca ações na área social. "Hoje investimos cerca de R$ 850 mil por mês com cadeiras de rodas, camas hospitalares, fraldas geriátricas e andadores, entre outros, para nossos associados". No conjunto, ainda estão ofertas de serviços como uma residência temporária para famílias de PMs na cidade de Barretos, para acompanhamento de tratamentos contra o câncer.

Outra ação, de acordo com o presidente, tem sido mudar a forma de atuação do departamento jurídico. A associação tem 48 advogados em seu quadro. "Eles não estavam motivados, faltavam regras e disciplina para conseguir atender nossas necessidades à altura que os policiais precisam. Nossa grande demanda é na área administrativa. Mas atuamos em todas as áreas, como em casos de separação, trabalhista, alimentícia. Tudo sem custo para associado", define Vieira.

 

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