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Após vencer Wimbledon, Djokovic afirma que não vai se vacinar


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Novak Djokovic venceu Nick Kyrgios na final masculina do torneio de Wimbledon, no último domingo (10), e garantiu o 21º título em Grand Slams, se aproximando dos 22 do recordista Rafael Nadal. Com a vitória, o sérvio alcança seu sétimo troféu em Wimbledon, quatro deles consecutivos, e igual a marca do estadunidense Pete Sampras. Djokovic fechou a partida em quatro sets, com parciais de 4/6, 6/3, 6/4 e 7/6.

O sérvio de 35 anos, que vem criticando a obrigatoriedade da vacinação contra a Covid-19 e já declarou preferir não disputar torneios a ter que se imunizar, só pôde entrar na Inglaterra e participar de Wimbledon porque o governo britânico flexibilizou as restrições para pessoas não vacinadas.

Em janeiro, Djokovic tentou participar do Australian Open sem estar vacinado. Em um episódio constrangedor de sua carreira, o tenista gerou mal-estar no país, teve seu visto cancelado e, ao fim, foi deportado e impedido de disputar o torneio de Grand Slam.

Agora, horas depois da consagração na grama sagrada de Wimbledon, Djokovic voltou ao tema polêmico que o persegue desde o Australian Open: seus status vacinal contra a Covid-19. "Não estou vacinado e não pretendo ser vacinado. Pedir uma isenção médica não é uma opção realista. Não tenho respostas sobre isso", declarou o sérvio.

O problema é que no US Open, onde Djokovic tentaria o 22° título de Grand Slam da carreira, há a necessidade de apresentação da comprovação de vacinação contra Covid-19.

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