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Pela segunda vitória


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Após golear a rival Argentina por 4 a 0 na estreia da Copa América, na Colômbia, a Seleção Brasileira feminina tem pela frente mais um desafio. Contra o Uruguai, nesta terça-feira (12), às 18h (de Brasília), no Estádio Centenário, as brasileiras vão em busca da sua segunda vitória.

O Brasil, atual campeão da competição, ocupa a primeira posição no Grupo B, com três pontos. Em busca do octacampeonato, as brasileiras chegaram a sua 42ª vitória na história do torneio, nas 45 partidas disputadas até agora.

Contra as uruguaias, a técnica sueca Pia Sundhage terá dois reforços para dar mais um passo em busca de seu primeiro título oficial com a seleção, já que as meias Luana e Duda Francelino retornaram ao elenco. Recuperadas de Covid-19, as jogadoras já se juntaram ao grupo no treino do último domingo (10).

A seleção uruguaia perdeu para a Venezuela em sua estreia na Copa América, no último sábado (9), por 1 a 0 e, portanto, ainda não pontuou. Na quarta colocação do Grupo B, as uruguaias precisam ganhar nesta terça-feira para não se complicarem na competição e correrem riscos de serem eliminadas já na fase de grupos.

Pia, em coletiva de imprensa, falou sobre o que espera do confronto com o Uruguai. Para a sueca, a partida será diferente da vitória por 4 a 0 sobre a arquirrival Argentina, na estreia da Copa América. "O Uruguai é um adversário bem diferente da Argentina e nós precisamos estar preparadas para lidar com suas características de ataque. Será um jogo duro, com muitas batalhas pela bola, então, o mais importante é jogar de modo a sair da pressão. Movimentar a bola, estar atento ao ângulo quando você tiver a posse".

"Será difícil e teremos de ser pacientes porque o jogo tem dois tempos de 45 minutos e, desde que a gente consiga se movimentar sem a bola, nós criaremos chances e seremos sólidas na defesa também", contou Pia.

"Estivemos compactas e pacientes contra a Argentina em vários momentos, mas podemos nos manter desta forma por mais tempo. Quero que cheguemos mais à área e mantenhamos mais a posse. Estreias são sempre estreias, e, contra um adversário qualificado, marcamos quatro gols e estou impressionada com isso, nos dá mais confiança. O Uruguai é muito diferente e, em relação à compactação, acho que será melhor e também é importante ter paciência, movimentar com e sem a bola. Se fizermos isso, manteremos a posse e chegaremos mais ao último terço. Demos o primeiro passo, agora é nos preparar para os próximos", acrescentou a treinadora.

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