Política

Poit, se eleito, diz que fará processo seletivo para secretários de governo

Tisa Moraes
| Tempo de leitura: 2 min

Candidato ao governo do Estado pelo Novo, o deputado federal Vinicius Poit afirma que, se eleito, irá submeter a processo seletivo todos os possíveis nomes indicados para liderar secretarias em sua gestão. Foi desta forma, por processo seletivo, que o partido definiu seus 154 candidatos a deputado estadual, federal, senador, governador e presidente que disputarão estas eleições.

Todos os nomes foram oficializados em convenção na quarta-feira 20 de julho, incluindo candidaturas por Bauru: a do médico Pedro Mattos, para deputado federal, e da contadora e advogada Danielli Rôa, a deputada estadual. Poit esteve na cidade para se reunir com apoiadores, conceder entrevistas à imprensa e participar de uma sabatina promovida pela subseção local da OAB.

No Espaço Café com Política do JC, ele contou que passou por um rígido processo seletivo, composto por três etapas, até ter seu nome indicado como candidato ao governo paulista. E adiantou que este mecanismo - também empregado para escolha de sua vice, a guarda civil metropolitana aposentada Doris Alves - será usado para formação de seu secretariado, se for eleito em outubro.

"Foi o que eu fiz no meu gabinete, para selecionar quem trabalharia comigo no meu mandato de deputado. Mas, antes, vamos diminuir, no mínimo, dez das 27 secretarias do governo do Estado. E cada secretário terá que entender da sua área. Vamos ter um quadro de técnicos e não de raposas políticas", frisa.

CAMPANHA

Oscilando entre 2% e 4% nas pesquisas de intenção de voto, Poit avalia ter condições de crescer durante a campanha e chegar ao segundo turno, assim como aconteceu com o atual governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), que até agosto de 2018 não aparecia entre os nomes preferidos do eleitorado para o cargo.

"Quando ele foi para os debates, cresceu. E estou confiante de que isso também vai acontecer comigo, porque sou o único candidato diferente, que não usa fundo eleitoral, dinheiro do cidadão, para financiar campanha. São Paulo não terá resultados diferentes se continuar elegendo as mesmas pessoas", comenta.

Empreendedor formado em administração de empresas, o deputado tem como principais bandeiras o investimento em segurança pública e na geração de empregos, que passa não apenas pela contratação de mais policiais e integração entre as polícias, mas também pela melhoria do sistema de educação, esportes e cultura. Ainda para ampliar as oportunidades de trabalho, defende expandir o número de instituições de ensino técnico no Estado, inclusive com oferta de auxílio financeiro para que estudantes de baixa renda possam se qualificar.

"Como governador, o projeto do Código de Defesa do Empreendedor, que é de minha autoria e foi aprovado com vetos pelo Rodrigo Garcia, será o primeiro que eu irei tocar para gerar empregos e fortalecer a economia. Vamos destravar São Paulo", completa.

Comentários

Comentários