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Monkeypox: prefeitura informa mais um caso positivo e há nove suspeitos


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A Secretaria de Saúde, por meio do Departamento de Saúde Coletiva, informou, nesta segunda-feira (15), o segundo registro positivo autóctone de monkeypox, também conhecida como varíola dos macacos, em Bauru. Há, ainda, mais nove casos suspeitos em investigação na cidade e outros três deram negativo para a doença.

Essa segunda confirmação é de um homem, de 32 anos, que foi atendido em um serviço de saúde particular do município e não precisou de internação. Os sintomas começaram em 27 de julho e o resultado positivo foi enviado ontem pelo Instituto Adolfo Lutz à Secretaria de Saúde. O paciente é imunossuprimido e não fez viagem para fora do município recentemente.

A monkeypox foi declarada como emergência global pela Organização Mundial da Saúde (OMS) no mês passado. A Prefeitura de Bauru informou que está seguindo todos os protocolos recomendados pelo órgão, Ministério da Saúde e Secretaria de Estado da Saúde para a verificação de casos suspeitos, tratamento de pacientes suspeitos ou confirmados e prevenção da transmissão da doença.

FIQUE ATENTO!

Os sintomas da monkeypox são febre; dores no corpo, na cabeça e nas costas; cansaço; perda de força física; e tamanho anormal dos gânglios linfáticos, conhecido como íngua, na região do pescoço, axila ou próximo aos genitais.

Depois de alguns dias, a pessoa desenvolve lesões pelo corpo. Os infectados têm os sintomas, em média, de 6 a 13 dias após contrair o vírus.

A transmissão entre humanos ocorre principalmente por meio de contato com secreções respiratórias, lesões de pele de pessoas infectadas ou objetos contaminados, como roupas, roupas de cama ou toalhas, bem como superfícies que foram utilizadas pelo doente ou ainda por gotículas de saliva liberadas ao falar, beijar, tossir, espirrar.

Apesar de o vírus receber a nomenclatura de "varíola dos macacos", o atual surto em vários países não tem a participação destes animais na transmissão para seres humanos. Todas as infecções identificadas até o momento pelas agências de saúde no mundo foram atribuídas à contaminação entre pessoas. É importante ressaltar que os macacos não são os "vilões", e sim vítimas, como os humanos, e não devem sofrer nenhuma retaliação, tais como agressões, mortes, afugentamento ou quaisquer tipos de maus-tratos por parte da população.

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