Vigente no país há 16 anos, ainda não foi totalmente implementada na maioria dos municípios brasileiros, inclusive no Estado de São Paulo. Desde 2020 até maio de 2022, contabilizamos mais de 572.000 solicitações de medidas protetivas para mulheres vitimas de violência.
A partir da solicitação até a expedição da medida protetiva, as mulheres ficam expostas e muitas vezes são assassinadas em virtude da morosidade do processo.
Apesar dos esforços de algumas Ongs em desenvolver um trabalho que abrevie a burocracia, necessitamos de medidas governamentais efetivas para coibir a violência doméstica e familiar contra as mulheres que, de acordo com as estatísticas, aumentou neste período de pandemia.
Para os candidatos a deputado, aí vai uma sugestão: incluam o tema em seus discursos de campanha, pois temos a certeza que, assim, obterão maior número de votos femininos.