Tribuna do Leitor

Sim ou não?

Roberto 'general' Macedo
| Tempo de leitura: 2 min

Senhores vereadores de Bauru: leio no JC que na sexta-feira, 16/09/22, a Câmara votará em Plenário o relatório não aprovado por unanimidade pedindo a cassação do mandato legitimado pelo povo da prefeita Suellén Rosin.

O resultado, em minha opinião, é uma uma triste constatação de que existem, como sempre, dois lados nessa história. Em um deles um pequeno grupo que desde o início dessa gestão insiste em se declarar oposição e contrário a qualquer ato vindo do Poder Executivo. Do outro lado, maioria, pelo visto, vereadores que não refuto de Situação, mas sim de conscientes de que Bauru está sendo bem administrada e não veem da mesma maneira essas acusações.

Me recuso a acreditar que essa maioria assim o faz por interesses próprios em busca de cargos ou outras benesses, como insinuou um edil em sua fala, defendendo suas "opiniões" e tentando induzir matreiramente os demais a seguirem o relatório.

Sei que são pessoas idôneas e buscam desde o começo desse "processo" esclarecimentos reais para depois emitirem sua opinião, leia-se votos. Todos os vereadores foram eleitos pelo povo e têm direito e dever de votar como mandam suas consciências, entendimento dos fatos e desejo dos seus eleitores. O principal nesse "imbróglio" é acreditar no que estará votando, sem pressão ou intimidação de ambos os lados. É o mínimo que se espera e acredito irá acontecer. Não gostar de uma pessoa não dá o direito a ninguém de ser contrário a tudo, se for vereador, pior ainda, pois estararia fugindo de suas responsabilidades com seus eleitores, que são as de buscar sem parcialidade a verdade na fiscalização dos atos do Executivo.

Espero, pelo bem de Bauru, que a maioria não vire massa de manobra de alguns, opte pelo não e apaguem de vez esse triste episódio que só prejudica a cidade.

Se serve de consolo, grande parte das pessoas com quem convivo acreditam que nesse processo existem muito mais interesses "eleitoreiros" do que busca da verdade. Isso confirmaremos em 2024, quando buscarem a reeleição.

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