O FMI fez um comunicado na segunda-feira, 1, dizendo que a nossa economia é resiliente, mas precisa avançar em profundas reformas fiscais. E sugere que o governo utilize a receita extra pela alta do barril de petróleo para criar condições de melhorar a situação fiscal, e permitir trajetória de baixa na nossa dívida pública, hoje perigosamente alta.
Para o qual se exige um esforço ambicioso. E essas reformas ajudariam a enfrentar a rigidez das despesas e o gasto fiscal. Em consequência haveria melhora na credibilidade fiscal, com juros mais baixos criando condições para alavancar investimentos prioritários. E permitir a médio prazo PIBs em torno de 2,5% (neste ano projeção de 1,89%). Esse comunicado cita que o Banco Central faz sua parte, está baixando os juros (taxa Selic hoje 14,50%) ancorado na meta da inflação que adota de 3%, que o FMI prevê somente para 2028.
Porém, que poderia flexibilizar os juros por pressão fiscal, devido à alta do petróleo em face a guerra dos EUA contra o Irã. Essas oportunas sugestões listadas neste comunicado do FMI, infelizmente, a menos de 5 meses de eleição presidencial, tampouco esse governo relapso com as contas públicas e menos ainda o Congresso, seriam cúmplices para avançar reformas fiscais, redução de despesas improdutivas, e garantir condições de gerar mais investimentos prioritários...