NOITE VIOLENTA

Duas tentativas de homicídio em série assustam Araçatuba

Por Guilherme Renan | da Redação
| Tempo de leitura: 1 min
Divulgação
Crimes ocorreram em pontos distintos da cidade e apresentam semelhanças na ação dos atiradores, que usavam capacetes e fugiram após os disparos
Crimes ocorreram em pontos distintos da cidade e apresentam semelhanças na ação dos atiradores, que usavam capacetes e fugiram após os disparos

A Polícia Civil de Araçatuba investiga duas tentativas de homicídio registradas no início da madrugada desta quarta-feira (29), que deixaram dois homens feridos a tiros em um curto intervalo de tempo. Apesar de terem ocorrido em locais distintos, as semelhanças no modo de execução levantam a suspeita de que os crimes possam ter sido praticados pela mesma pessoa.

O primeiro atentado aconteceu por volta da meia-noite, no bairro Palmeiras. Um homem de 31 anos, em situação de rua, foi surpreendido por um atirador no cruzamento das ruas Vicente Celestino e João Laluce. Segundo o boletim de ocorrência, ele estava acompanhado de outro morador de rua, que conseguiu fugir sem ferimentos.

O agressor, a pé e usando um capacete, abriu fogo diversas vezes com uma pistola calibre 9 milímetros antes de escapar correndo em direção à Avenida Ibirapuera. A vítima foi socorrida pelo Corpo de Bombeiros e levada ao pronto-socorro da Santa Casa de Araçatuba, onde permanece sob cuidados médicos.

Poucos minutos depois, um segundo ataque foi registrado na Rua Brigadeiro Faria Lima, via marginal da Rodovia Elyeser Montenegro Magalhães (SP-463), nas imediações de uma distribuidora da Coca-Cola.
Dessa vez, a vítima, um homem de 28 anos, contou à polícia que o atirador também usava um capacete, possivelmente verde. Mesmo ferido, ele conseguiu correr e pedir ajuda por conta própria.

Investigações

Os dois casos foram registrados no Plantão Policial de Araçatuba e serão apurados pela equipe de investigadores da Polícia Civil, que trabalha com a hipótese de conexão entre os atentados. Até o momento, nenhum suspeito foi identificado ou preso.

As autoridades solicitam o apoio da população para auxiliar nas investigações. Denúncias anônimas podem ser feitas pelos telefones 190 (Polícia Militar) ou 197 (Disque-Denúncia da Polícia Civil).

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