SOLIDARIEDADE

Associação de Valparaíso busca profissionais para atender a crianças autistas

Por Ana Carolina Gonçalves (estagiária) |
| Tempo de leitura: 1 min
Divulgação
O intuito é que o tratamento dos pacientes seja realizado na própria cidade, facilitando o processo terapêutico, já que as famílias realizam viagens exaustivas
O intuito é que o tratamento dos pacientes seja realizado na própria cidade, facilitando o processo terapêutico, já que as famílias realizam viagens exaustivas

O fisioterapeuta e administrador da Associação Renascer Equoterapia e Pet Terapia de Valparaíso, Bruno Araujo, está buscando o apoio de profissionais capacitados que tenham a especialização para atender crianças com TEA (Transtorno do Espectro Autista).

O intuito é que o tratamento dessas crianças seja realizado na própria cidade, facilitando o processo terapêutico, já que atualmente as famílias realizam viagens longas e exaustivas. A importância de adaptação de um centro próprio para esse atendimento evitaria o desgaste dos pacientes e de seus familiares.

O trabalho é voluntário e a entidade pretende ter uma equipe multidisciplinar com fonoaudiólogos, nutricionistas, fisioterapeutas, psicólogos e terapeutas ocupacionais.

A associação, que fica em um sítio, foi fundada em 2020 e pretende fazer acompanhamentos socioeducacionais para pessoas portadoras de necessidades especiais. A intenção também é trabalhar com o socioeconômico, tratar os pacientes com métodos de hidroterapia, psicoterapia, TAA (Terapia Assistida por Animais), e ainda pediasuit e therasuit, para focar no espectro autista.

Segundo Bruno, além da equipe multidisciplinar eles também planejam como atividade socioeducativa a execução de cultivo de hortaliças e criação de animais. Parte da produção também pode ser vendida para arrecadar recursos para a entidade.

Os interessados podem entrar em contato com a associação, através do telefone (11) 98671-8746, ou acessar a rede social https://www.facebook.com/renascerequoterapia/.

Fale com o Folha da Região!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários