Comissão técnica do Corinthians tem rara chance de poder trabalhar
O Corinthians terá essa semana livre para treinamentos até o jogo do próximo sábado, contra o AtléticoGo, em Goiânia. E isso é fato raro desde que o técnico Vítor Pereira chegou ao clube. Após cinco empates em sequência, o técnico quer aproveitar os treinamentos para fazer ajustes no time e dar um descanso aos jogadores.
“Vamos ter uma dinâmica na semana que nos permita trabalhar os quatro momentos do jogo, mais as bolas paradas, de uma forma equilibrada. Uma semana curta não permite isso. Quando temos jogo no meio da semana, a equipe que jogou recupera em dois dias e logo estamos na véspera da partida seguinte. Essa semana teremos a oportunidade de dedicar um dia mais para uma coisa, no outro dia dedicar para outra, mas todas no sentido de melhorar defensivamente e ofensivamente”, disse Vítor Pereira.
O Corinthians não tem um período tão grande sem jogos desde a eliminação na semifinal do Paulistão, quando ficou 10 dias sem jogos até a estreia na Libertadores, na Bolívia, contra o Always Ready.
Além dos trabalhos, é um período importante para recuperar jogadores que estão voltando aos treinamentos após estarem no departamento médico. Os principais casos são de Fagner, que retornou às atividades em campo, mas que não joga há quatro semanas após sofrer entorse no tornozelo; e o zagueiro João Victor, que ficou fora da última partida por causa de também uma entorse no tornozelo. Já o atacante Jô, que saiu lesionado na última quinta em partida contra o Always Ready, deve continuar mais alguns dias no departamento médico após trauma na perna esquerda.
WILLIAN PRESTA QUEIXA
O meia Willian esteve ontem na sede do Departamento de Operações Policiais Estratégicas (DOPE) para denunciar insultos e ameaças que ele sua família vêm sofrendo através das redes sociais.
Após o empate no último domingo por 1x1 com o AméricaMG, a mulher de Willian já havia exposto em suas redes sociais mensagens que havia recebido, especialmente após o meia ter deixado o campo no primeiro tempo, após sentir pancada no tornozelo. Esta é a segunda vez que Willian presta queixa. Em abril, ele, Cássio, Gil e Paulinho também denunciaram perfis que mandaram mensagens de ódio e ameaças.
*Guilherme Giorgi, estudante de jornalismo e estagiária da redação da Folha da Região
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