Esporte

Corinthians tenta comprovar que não houve ato racista de Rafael Ramos

Por Da Redação |
| Tempo de leitura: 1 min
CONFLITO Rafael Ramos foi acusado de chamar Edenilson de ‘macaco’. Foto: Divulgação
CONFLITO Rafael Ramos foi acusado de chamar Edenilson de ‘macaco’. Foto: Divulgação

O elenco, comissão técnica e diretoria do Corinthians abraçaram a versão do lateral-direito Rafael Ramos, que nega a acusação de racismo feita pelo meia Edenilson, do Internacional, no duelo entre os times pelo Brasileirão, no último sábado (14), em Porto Alegre, que terminou empatado em 2 a 2.

Rafael Ramos diz que não chamou o jogador adversário de ‘macaco’, alegando um mal entendido e afirmando que disse uma outra expressão, entendida de forma equivocada pelo atleta do Colorado. Segundo o site Lance, a diretoria corintiana acionou uma equipe jurídica para cuidar do caso e questiona a decisão da justiça em Porto Alegre de ter dado voz de prisão em flagrante a Rafael Ramos, se baseando na súmula do árbitro Bráulio da Silva Machado.

O entendimento é que o documento não traz um esclarecimento da situação e que Bráulio, inclusive, admite não ter escutado as ofensas, apenas relatando as justificativas dos dois jogadores em campo. Após a situação, Rafael Ramos se reuniu com os demais atletas corintianos e deu para eles a palavra que em nenhum momento foi racista com Edenílson ou teve a intenção.

Familiares do jogador português ficaram indignados com as acusações contra o lateral. Ainda de acordo com informações apuradas pelo Lance, um deles até mesmo disse que se o ato de racismo de Ramos fosse comprovado, seria o primeiro a vir ao Brasil puni-lo, tamanho a confiança que a educação dada ao jogador faz com que ele não tenha cometido o ato racista.

Rafael está digerindo a repercussão dada ao caso e tentando manter a calma, mas, também de acordo com o que foi colhido pelo Lance, está bastante chateado por ter sido rotulado por algo que garante não ter feito.

Fale com o Folha da Região!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários