A obra tem como objetivo estimular as funções cognitivas e otimizar as habilidades comunicativas, fortalecendo as relações interpessoais
O araçatubense e psicopedagogo especialista em Gerontologia e Saúde Mental Vinicius Sanchez lança o livro “Estimulação Cognitiva do Idoso”, no Museu Ferroviário Moisés Joaquim Rodrigues, no próximo dia 11.
A obra tem como objetivo estimular as funções cognitivas e otimizar as habilidades comunicativas, fortalecendo as relações interpessoais dos idosos. O livro também traz vários exercícios para os idosos para estimular a mente.
“Quando a gente estimula memória, atenção, concentração, raciocínio lógico, nós criamos sinapses neuronais, que ajudam a manter a mente ativa por mais tempo, auxiliando na lembrança, na autossuficiência, trazendo uma qualidade de vida melhor”, destaca o autor.
No livro, são 89 exercícios que trabalham a parte cognitiva do público, pois, segundo ele, é um meio sem medicação, que quanto mais o idoso realizar, melhor para ele. Assim, ajuda a pessoa ativa na prevenção e quem tem algum declínio cognitivo, como o Alzheimer, retarda o processo da doença. “Muitos idosos acabam ficando sozinhos em casa, sem nenhuma ocupação, é uma ótima oportunidade para ele se ocupar dos exercícios mentais.”
As técnicas utilizadas no livro já foram testadas com outros idosos, de acordo com Sanchez. “A ideia mesmo é levar mais qualidade de vida, pois já trabalho com o público há algum tempo, então resolvi colocar em prática e ajudar os idosos que precisam desses estímulos e todas as atividades têm diversos níveis de dificuldades.”
No livro, são 89 exercícios que trabalham a parte cognitiva do público, sem medicação.
Para o psicopedagogo, exercitar a mente fortalece a realidade do tempo presente para a longevidade. “Dá a oportunidade de um abraço que não vai ser logo esquecido, sem o ressentimento de quem não ofereceu. Ou seja, quando nós estimulamos a mente, aumenta a possibilidade do afeto, do amor, de ser lembrado e, para os idosos, isso é maravilhoso, porque eles precisam de uma interação constante”, finaliza.
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