Polícia

Trio danifica portão elétrico ao furtar residência em Birigui

Por Da Redação |
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FURTO. Ao serem indagados pela polícia, maior de 18 anos alegou que a ideia do furto foi do menino de 16 anos. Foto: Divulgação
FURTO. Ao serem indagados pela polícia, maior de 18 anos alegou que a ideia do furto foi do menino de 16 anos. Foto: Divulgação

Um jovem de 18 anos, acusado de participar do furto a uma residência no Bairro Jandaia 2 em Birigui-SP, foi preso na madrugada de sábado (15). Ele estava acompanhado de dois adolescentes, um de 16 e outro de 17 anos.

A Polícia Militar informou que receberam denúncia de que havia três rapazes transportando uma bicicleta e um botijão de gás que teriam furtado de uma residência Rua Dario Bernardi. Os policiais então foram até o local e encontraram os jovens na Avenida Achelino Moimás, próximo ao cruzamento com a Avenida Cidade Jardim, no Bairro Vila Bandeirantes e realizaram o flagrante.

O adolescente de 16 anos estava com a bicicleta furtada e uma mochila com um alicate; o de 17 anos carregava o botijão de gás no cano de outra bicicleta; e o terceiro estava com outra bicicleta.

Ao serem indagados pela polícia, maior de 18 anos alegou que a ideia do furto foi do menino de 16 anos e que o objetivo era vender os objetos para comprar maconha, pois seriam usuários. 

FURTO

Os três rapazes seguraram as laterais do portão de entrada da residência e o suspenderam até quebrar o motor elétrico, utilizaram o alicate para arrombar a porta do fundo e também tentaram arrombar as portas dos quartos, mas alegaram que não havia nada de valor. A ideia era furtar televisores, mas como não havia, pegaram a bicicleta e o botijão de gás. 

Ao serem detidos eles informaram o endereço da casa invadida, onde os policiais estiveram e confirmaram o arrombamento. O proprietário da casa foi localizado, esteve no imóvel e constatou o furto da bicicleta e do botijão de gás. Os três rapazes foram levados para o plantão policial e o maior de 18 anos ficou preso.

PENALIZAÇÃO

Um dos adolescentes disse estar em situação de rua e o outro não indicou nenhum familiar para acompanhá-lo, por isso os dois foram liberados, mas ficaram sob responsabilidade do Conselho Tutelar.

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