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Santos aposta na instabilidade do Tricolor

Por Da Redação |
| Tempo de leitura: 2 min
MISSÃO O treinador Carille tenta tirar o Santos das últimas posições do Brasileirão no clássico contra o São Paulo. Foto: Arquivo
MISSÃO O treinador Carille tenta tirar o Santos das últimas posições do Brasileirão no clássico contra o São Paulo. Foto: Arquivo

Quando o time do Santos entrar em campo, nesta quintafeira, às 18h30, no Morumbi, pela 24ª rodada do Campeonato Brasileiro, para enfrentar o São Paulo, o técnico Fábio Carille espera quebrar pelo menos dois tabus. Fazer o time vencer e ver seu ataque desencantar, pois desta maneira a equipe poderá se distanciar um pouco da zona de rebaixamento.

O time não atua desde 26 de setembro, após a derrota por 3 a 0 para o Juventude, em Caxias do Sul. Durante o período de treinamento, o técnico buscou dar padrão de jogo para a equipe e intensificou os trabalhos para aprimorar o posicionamento dos atletas em campo, principalmente no setor defensivo.

Sem vencer há dez partidas, o Santos é apenas o 16º colocado no Brasileiro, com 24 pontos. Em caso de novo resultado negativo, a equipe de Vila Belmiro poderá entrar na zona de rebaixamento após a disputa de toda a rodada.

Um time provável para Carille iniciar o clássico poderá formar com: João Paulo, Danilo Boza, Emiliano Velázquez e Wagner Palha; Marcos Guilherme, Camacho, Carlos Sánchez, Diego Tardelli e Felipe Jonatan; Marinho e Léo Baptistão.

 O domingo foi de estudos para o elenco do Santos. Os atletas assistiram à partida entre Chapecoense e São Paulo para analisar o time do Morumbi, adversário de quinta-feira, às 18h30, pela 24ª rodada do Campeonato Brasileiro. A revelação foi feita, nesta segunda-feira, pelo atacante Marcos Guilherme.

"Ficamos sem jogar no fim de semana, então conseguimos analisar e estudar o São Paulo contra a Chapecoense. O professor Carille conversou isso com a gente, que se pudéssemos acompanhar o jogo seria bom. Não dá nem para dizer que é uma lição de casa, pois é uma obrigação nossa. No futebol atual as equipes são muito parelhas, então o que faz a diferença é a estratégia e a preparação maior", disse o camisa 23.

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