Presidente afastado da CBF, Rogério Caboclo tentou firmar um acordo milionário para garantir o silêncio da secretária, que, atualmente, move ação na Justiça contra ele por assédio moral e sexual no ambiente de trabalho. A movimentação fracassou, porque a denunciante recusou a proposta.
Os termos definidos na minuta obrigavam-na a revelar o nome de quem a teria orientado a gravar as conversas com o dirigente, proibia entrevistas e exigia que até os herdeiros dos envolvidos mantivessem sigilo absoluto.
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