Esporte

Neymar esquece o passado e vai torcer para o Santos

Por Redação |
| Tempo de leitura: 2 min

*Gazeta Esportiva*

O atacante Neymar, do Paris Saint-Germain, se explicou no Twitter nesta quinta-feira sobre uma polêmica que envolve a final da Copa Libertadores. A decisão será disputada no próximo sábado entre Santos e Palmeiras. O jogador admitiu que na infância era torcedor do time alviverde, mas se tornou santista depois de chegar ao clube da Vila Belmiro aos 12 anos para iniciar a carreira. A explicação de Neymar veio após uma polêmica nas redes sociais pelo passado palmeirense do camisa 10. Alguns internautas criticaram a aparição dele em um vídeo publicado pelo Santos com mensagens de apoio antes da final e questionaram sobre qual era o verdadeiro time preferido do jogador.

Para encerrar o assunto, o camisa 10 do PSG publicou duas mensagens no Twitter sobre a questão. "Vamos de sinceridade. Galera do 'mimimi' preocupado com meu vídeo enviado ao Santos, falando que eu era palmeirense", escreveu o jogador. "Eu era (palmeirense)...até eu ir para o Santos com 12 anos. Depois daí me apaixonei pelo Santos e virei muito fã do Robinho. Santos me deu a oportunidade deu estar onde estou, sempre serei grato!", completou Neymar. O camisa 10 estreou pelo time principal do Santos em 2009 e permaneceu no clube até 2013, quando se transferiu para o Barcelona. Ao longo da campanha do Santos nesta Libertadores o atacante publicou várias mensagens de apoio e de comemoração a cada vitória obtida pelo time. A final do torneio será disputada no sábado, às 17h, no estádio do Maracanã.

FORA DA LISTA

O Brasil só tem um representante na "seleção ideal" feita pela Federação Internacional de História e Estatística do Futebol (IFFHS, na sigla em inglês) da última década, entre 2011 e 2020. O lateral-esquerdo Marcelo, do Real Madrid, é o único jogador do País no seleto grupo que brilhou nos 10 anos. Neymar, que neste período jogou por Santos, Barcelona e Paris Saint-Germain, não foi lembrado.

A ausência de Neymar pode ter sido motivada por conta da forte concorrência no setor ofensivo. Isso porque os atletas escalados no ataque foram o argentino Lionel Messi, o português Cristiano Ronaldo e o polonês Robert Lewandowski, este último eleito melhor do mundo pela Fifa em 2020. Liderando o número de indicados à seleção da década, a Alemanha conta com três jogadores: Manuel Neuer, no gol, Philipp Lahm, na lateral direita, e o volante Toni Kroos. Em seguida vem a Espanha, com dois.

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