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Artigo: O real valor das oportunidades

Por Redação |
| Tempo de leitura: 2 min

Não há dúvida que analisar cenários deve ser uma habilidade e mais do que isso uma competência diretamente ligada ao “core” da empresa. Portanto agir e reagir sem uma avaliação correta do que foi, do que é, e do que poderá vir a ser o futuro de uma empresa é, sobretudo, uma aposta mal elaborada lançada em um mar de probabilidades auto excludentes. Planejar um futuro de sucesso “começa ontem”, portanto é provável que muitos estejam atrasados. O planejamento pode ser extremamente eficaz e produtivo para explorar oportunidades, porém é preciso começar um processo de aprendizagem sobre o tema, para que este se mostre efetivo nos objetivos, estratégias e resultados. Vamos aos fatos. Vivemos em uma economia digitalizada e (01) - encontrar informação de qualidade na galáxia digital é muito difícil para grande parte da população, principalmente para as pessoas menos instruídas, sejam elas pessoas físicas, profissionais diversos, ou empresários.

Esse ponto é ameaça e oportunidade simultaneamente, variando em relação a situação factual a que se aplica. Outra questão relevante é; para quais mercados uma informação é crítica, o que significa dizer que a variabilidade / estabilidade e (02) - a correta identificação de mercados e negócios que estão e permanecerão em crescimento sustentado, deve ser a prioridade número um de um bom plano de negócios. Além disso, após identificar oportunidades de crescimento (03) - a empresa deverá ter a capacidade de aprender a treinar pessoas nas habilidades necessárias à execução do novo plano.

É preciso alertar que vender mais, melhorar as margens, ou reduzir o endividamento, aumentar a qualidade, e melhorar o posicionamento da marca é função de executivos preparados, já que qualquer nova ação por eles proposta deverá somar valor percebido junto ao cliente / área. Prezado leitor, algumas vezes, esta coluna pode ser por demais complexa, mas garanto que isso só ocorrerá quando for entregue um conhecimento específico indispensável a gestores e executivos de primeira linha, como é o caso do tema de hoje. Por fim esclareço que (04) - existem muitas oportunidades nos novos mercados, oriundas das novas formas de fazer negócio, mas que via de regra pouco servem as empresas seguidoras, ou seja, aquelas empresas que agem apenas copiando um concorrente. Um último ponto de extrema importância, é quanto a (05) – necessidade de maior tolerância a risco. Fazer com paixão e desfrutar o caminho, é também melhorar a aceitação do risco para que, por si só, ele não destrua o real valor das oportunidades.

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