As pessoas fazem planos diversos para a vida pessoal, deseja ter casa própria, um carro para o conforto seu e da família, fazer a viagem dos sonhos.
As pessoas fazem planos diversos para a vida profissional, ter um bom emprego, um negócio próprio, estabilidade e liberdade financeira.
Mas tudo isso pode mudar de uma hora para outra ou nem mesmo se realizar por conta das adversidades que podem ocorrer pelo caminho.
Os desejos do coração impulsionam as pessoas a querer que tudo dê certo, que os desejos, sonhos passam pelo tempo lembrando a todos ao redor o que foi realizado.
Mas a realidade chega às vezes por caminhos que nem sempre são esperados, os sonhos desmoronam, os desejos se dissipam como que numa nuvem num dia de ventania.
E o coração se pega num dilema que pode causar tanto desconforto a ponto de adoecer de tanta incerteza, de pensamentos contrários ao habitual.
E quando a inquietude do coração chegar é hora de saber que não há mais nada a ser feito, as mudanças se fazem necessárias.
É colocar a vida numa balança e verificar qual o lado pende mais, a razão ou o coração; a razão com sua praticidade e o coração com suas emoções.
É momento de se retirar para poder acalmar as tempestades. É refletir sobre as decisões tomadas na jornada, se foram certas ou não.
Quando chega a inquietude nem sempre é fácil, ela incomoda demais, faz com que os pensamentos fiquem confusos.
No entanto essa mesma inquietude impulsiona a dar novos saltos, a caminhar com passos firmes em direção de um objetivo de vida; realizar o que o coração sempre desejou, mas de modo diferente.
A inquietude do coração faz com que cada passo novo seja mais acertado, mais realizável e muito mais leve.
Helena Abel é coach de mulheres
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