“Existem duas classes distintas de homens na nação: aqueles que pagam impostos e aqueles que recebem e vivem dos impostos.” Thomas Paine
Quem busca o progresso, deve se esforçar para torná-lo rotina e entender que exemplos são melhores que ideologias.
A lição do progresso da civilização tem significado a redução de emprego e a liberdade de produzir e manter os frutos de seu trabalho.
Quanto mais regulamentada uma nação, geralmente mais pobres e menos livres são os seus cidadãos.
Esta burocracia restringe a capacidade dos indivíduos de encontrar empregos ou gerar empregos.
Já um sistema tributário perverso sempre levará a desonestidade ou a ineficiência.
Sem entrar na questão partidária, este foi o caminho tomados pelos EUA nos últimos anos.
Um profunda reforma tributária (em alguns casos uma redução de 35 para 15% nas alíquotas) e uma vasta desregulamentação (eliminando atuais e impedindo novas: para cada nova regulamentação, duas antigas devem ser extintas).
Ontem foi o Dia do Trabalho nos EUA.
O Ministério do Trabalho (DOL) deles divulgou os seguintes números:
Pela primeira vez, os EUA tem um recorde de 157 milhões de americanos trabalhando no país.
Estão vivendo a menor taxa de desemprego desde 1969 (3,7%). A nossa é quase 4x mais.
Ontem havia 7,3 milhões de vagas de empregos.
Há um nível recorde histórico de desemprego para veteranos, negros, asiáticos, hispânicos e deficientes.
Cada vez mais economistas renomados estão defendendo a “teoria da convergência”, ou seja, uma teoria na economia que sugere que com o tempo os países pobres devem se esforçar para alcançar as nações ricas.
Qual o caminho?
O exemplo é um idioma que todos podem compreender.
E os EUA estão mostrando o caminho.
Melhor, estão apontando esta imensa avenida que ainda não foi aberta no Brasil:
Reforma tributária e desregulamentação!
Antônio Cabrera Mano Filho é ex-ministro da Agricultura
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